Cenário da Amazon em 2025: tarifas menores, FBA expandido e incentivos para vender mais

Em 2025, a Amazon Brasil reduziu tarifas, expandiu o FBA e lançou incentivos para vendedores. Veja o que mudou, quem ganha e como ativar o FBA. Para quem vende na Amazon, 2025 está diferente (pra melhor!). A empresa reduziu custos logísticos, manteve comissões estáveis em várias categorias e acelerou a malha de fulfillment, o que abre espaço para preços mais agressivos, margens melhores e entregas mais rápidas. O pós-Prime Day confirmou essa direção: a plataforma quer mais vendedores competitivos, mais variedade e uma experiência de compra cada vez mais rápida em todo o país. Vamos mostrar o que de fato mudou e como aproveitar. O que mudou nas tarifas em 2025 A Amazon Brasil iniciou 2025 com cortes agressivos nas tarifas de fulfillment (FBA) e comissões em diversas categorias, tornando a plataforma mais competitiva para vendedores de todos os portes. A partir de 1º de agosto de 2025, produtos abaixo de R$ 79 passaram a ter tarifas fixas entre R$ 5,65 e R$ 6,05, uma redução de até 89% em comparação ao valor anterior. Além disso, o envio desses produtos ficou em média R$ 2,71 mais barato por unidade, aumentando a margem de lucro para vendedores de ticket baixo. Outro destaque é a redução de tarifas de comissão em 17 categorias de produtos, que desde janeiro de 2025 vêm recebendo condições mais favoráveis, enquanto as demais mantêm os índices tradicionais. Os custos de armazenagem também foram revisados, com reduções de até 50% para itens volumosos, beneficiando quem trabalha com produtos grandes. Incentivos e benefícios para vendedores Em paralelo às reduções de tarifas, a Amazon lançou uma série de incentivos para atrair novos parceiros e apoiar quem já atua no marketplace. Entre eles: Essas medidas tornam a entrada no marketplace mais acessível e incentivam o crescimento acelerado de quem aposta na Amazon como canal de vendas. Estratégias e impactos para vender em 2025 Essas mudanças reduzem os custos operacionais e permitem que os vendedores criem estratégias de preços mais agressivas, especialmente em categorias competitivas contra Shopee e Mercado Livre. Além disso, a Amazon reforçou orientações para vendedores se destacarem em 2025, com três pilares estratégicos: Outro ponto importante foi a atualização das regras de títulos de produtos, exigindo mais clareza e transparência para aumentar a confiança do consumidor. Prime Day, Black Friday e campanhas promocionais O Prime Day 2025, realizado em 15 e 16 de julho, foi um marco, oferecendo até R$ 80 mil em benefícios para novos vendedores e impulsionando quem usou FBA, Sponsored Products, Sponsored Brands e Stores personalizadas. A Black Friday 2025 também aparece como oportunidade-chave, com destaque para estratégias que incluem frete grátis, cashback, cupons e programas de fidelidade. Expansão logística e do FBA: mais cobertura, mais velocidade A malha logística virou vantagem competitiva. O FBA foi expandido para MG, DF, RJ, PE e CE, e o CD de Nova Santa Rita (RS) ampliou a cobertura para SC e PR, encurtando rotas, prazos e custo de última milha. Com a redução das tarifas e a descentralização dos estoques, ficou mais fácil competir em preço sem sacrificar SLA. Na prática, mais cidades passam a receber em D+2 (ou menos), e você tem elegibilidade ampliada a campanhas sazonais como Prime Day e Black Friday, que exigem performance logística. Como ativar e configurar o FBA Para aproveitar todos os benefícios do Fulfillment by Amazon, o vendedor precisa: Com o FBA ativo, os produtos ganham entrega rápida, maior visibilidade em campanhas como Prime Day e Black Friday, além do suporte especializado e da Rede de Prestadores de Serviço (SPN). Em 2025, a Amazon Brasil deu um passo decisivo para fortalecer seu marketplace: reduziu tarifas, expandiu o FBA e ofereceu incentivos robustos para vendedores. Para quem deseja escalar no e-commerce, esse é o momento de aproveitar tarifas mais competitivas, campanhas promocionais e a logística de nível mundial que a Amazon está consolidando no Brasil.
Marketplace na era do TikTok: Como os vídeos curtos ajudam a vender mais

Entenda como vídeos curtos e verticais estão transformando marketplaces como Shopee e Mercado Livre: engajamento, vendas e estratégia mobile-first para 2025. O que começou como uma tendência nas redes sociais, puxada por plataformas como TikTok, se tornou uma virada de chave no e-commerce. Os vídeos curtos e verticais ganharam espaço definitivo também dentro dos marketplaces. Além de acompanhar o comportamento mobile first dos consumidores, também potencializa o engajamento e impulsiona as vendas como poucas estratégias estão conseguindo no momento. Esse formato, pensado para reter atenção em segundos e gerar interação, mudou a forma como produtos são vendidos em plataformas como Shopee e Mercado Livre. O efeito é parecido com o que o TikTok fez com o entretenimento: conteúdo rápido, imersivo e viciante, que prende o público até a ação final. Por que os vídeos curtos funcionam tanto nos marketplaces? Primeiro, porque esse formato foi feito pensando em celulares. A tela vertical encaixa direitinho no formato preferido do usuário, não precisa de adaptação nenhuma. Mas não é só isso, os vídeos precisam ser curtos e marcantes, já que poucos segundos determinam se alguém segue assistindo ou passa pro próximo. E o impacto é gigante! Segundo relatórios da VidMob, os vídeos geram conversões até 30% maiores que imagens estáticas. E o tempo de permanência também aumenta: o público curte, comenta, compartilha. E tem mais: dados mais amplos sobre marketing em vídeo destacam que 89% das empresas já usam vídeo como canal principal de comunicação. Ou seja, já virou padrão, não é mais “se”, mas sim “quando” você começa a usar esse formato no seu negócio. Shopee e Mercado Livre: quem abraçou os vídeos primeiro? A Shopee não perdeu tempo e lançou o Shopee Vídeo, uma ferramenta que grava, edita e publica diretamente pelo app. O feed recebe milhares de vídeos por dia, são mais de 15 mil posts, entre produtos e experiências. E tudo isso com efeitos de gamificação e conteúdo recomendado, tipo o feed de uma rede social mesmo. No Mercado Livre, os vídeos curtos viraram parte dos anúncios. Vendedores agora podem anexar tutoriais rápidos, unboxings e reviews diretamente nas suas páginas. E isso traz um ganho muito bom. Anúncios com vídeo recebem até 5 vezes mais visitas, além de poderem ser compartilhados fora do site, por exemplo. Como os vendedores podem surfar nessa onda? E não é só postar o vídeo não, viu? Tem que ter estratégia. Os vendedores que mais convertem entendem que o público decide em segundos se continua assistindo ou não. Mostrar o produto em uso real, escolher os itens certos e passar autenticidade é o caminho que você precisa seguir pra funcionar. Dicas práticas para transformar vídeos em vendas: Mais dados que reforçam esse movimento Essa não é só a sensação de quem acompanha e-commerce, não. Mais de 56% dos vídeos nas redes sociais já seguem o formato vertical e curto, segundo dados publicados pelo The Washington Post. No Mercado Livre, de acordo com a própria plataforma, anúncios com vídeos não só destacam os produtos, mas também aumentam a conversão em até 30%. Além disso, campanhas com vídeos verticais em plataformas como o YouTube Shorts, segundo a Metricool, elevaram o CTR em 12% e impulsionaram as visualizações em 9%. É claro que o TikTok foi o grande catalisador desse comportamento, forçando todo mundo a se adaptar, e hoje os marketplaces aplicam essa lógica para vender mais rápido. O futuro das vendas cabe na tela do celular (e dura poucos segundos) Vídeos curtos se tornaram a “menina dos olhos” nos marketplaces. Eles tem poder de engajar, converter e criar uma experiência visual persuasiva. Quem consegue usar esse formato com estratégia constrói vantagem no mundo dos marketplaces, porque hoje, se não mostra rápido e bem, dificilmente vende. O recado é simples: em 2025, quem domina o vídeo vertical está dominando as vitrines online.
Vender na Amazon Brasil nunca foi tão vantajoso

Vender e comprar na Amazon em 2025 virou vantagem competitiva. Logística ultra eficiente, taxas menores, Prime Day com recordes e foco total em PMEs. A Amazon está num momento épico por aqui. O pós-Prime Day de 2025 deixou uma coisa bem clara: ficou muito mais vantajoso tanto para quem compra quanto para quem vende na plataforma. A situação da Amazon no Brasil em 2025 A empresa já investiu mais de R$ 55 bilhões no mercado brasileiro e construiu uma estrutura impressionante, com mais de 200 hubs logísticos espalhados por todo o país. Só nos últimos 18 meses, foram inaugurados 140 novos pontos, acelerando o tempo de entrega e integrando pequenas empresas à sua cadeia de valor. Hoje, a rede da Amazon atinge praticamente todo o território nacional. Além disso, a gigante já gera mais de 36 mil empregos diretos e indiretos, enquanto apoia cerca de 100 mil pequenas e médias empresas que vendem no marketplace. O que rolou no Prime Day 2025? O Prime Day desse ano foi histórico. A Amazon ofereceu descontos de até 60% em milhares de produtos, distribuiu mais de R$ 20 milhões em cupons e registrou aumento de até 32% no faturamento de vendedores. As categorias que mais brilharam foram Cuidados Pessoais, Beleza, Livros, Casa e Alimentação. Mas o impacto não foi só nos preços, a logística também foi excelente. A Amazon garantiu entregas no mesmo dia e no dia seguinte para um volume recorde de pedidos. O que mudou para quem vende Para quem vende, 2025 trouxe novidades que reduzem custos e aumentam a competitividade. O programa FBA (logística da Amazon) está com tarifas até 89% mais baixas para produtos de até R$ 79 (a taxa caiu de R$ 12,95 para R$ 5,65 por unidade) e produtos de até R$ 200 também ganharam descontos progressivos. Esses incentivos valem até 31 de janeiro de 2026. Além disso, novos vendedores que nunca usaram o FBA podem enviar as primeiras 100 unidades com reembolso total das tarifas logísticas, contando ainda com suporte gratuito de consultores parceiros. Outro ponto importante é que nesse ano nenhuma comissão foi aumentada, e quem lança novos produtos recebe incentivos extras, com possibilidade até de isenção de taxas em alguns casos. E quem compra, o que ganha com isso? Para os consumidores, o catálogo nunca esteve tão robusto. São mais de 150 milhões de itens em 50 categorias, com foco em segmentos como cosméticos, autopeças e produtos para casa. O Prime Vídeo agora inclui anúncios em filmes e séries, mas quem quiser pode assinar a versão premium para uma experiência sem interrupções. Além disso, os benefícios do Prime continuam valendo: acesso a jogos, eBooks, revistas, podcasts e música sem anúncios, tudo dentro da mesma assinatura. Logística regional melhorando geral A estratégia da Amazon também passa por uma logística mais descentralizada. O Amazon Hub, por exemplo, transformou pequenos comércios em pontos de retirada e entrega, ampliando o alcance da operação em regiões que antes não eram atendidas. Hoje, qualquer cidade do Brasil é atendida pela Amazon, com prazos que caíram de cinco para dois dias, e grandes centros urbanos já contam com entregas no mesmo dia. O panorama completo para o Brasil em 2025 Com um crescimento tão acelerado, a Amazon posicionou o Brasil como uma de suas prioridades globais. A empresa está focando em democratizar o acesso ao e-commerce. Existe uma preocupação forte em criar oportunidades para micro e pequenos empreendedores, gerar empregos e construir uma estrutura logística comparável à de mercados mais maduros, como Estados Unidos e Europa, por exemplo. O recado que fica do Prime Day 2025 é simples. Vender e comprar pela Amazon nunca foi tão acessível, rápido e vantajoso, seja para grandes empresas, pequenos negócios ou consumidores em qualquer canto do país.
O crescimento da Temu é real mesmo ou apenas hype?

Temu explodiu no Brasil com acessos recorde e economia agressiva. Mas esse crescimento é sustentável? Veja riscos, desafios regulatórios e o que vem por aí. A chegada da Temu ao Brasil, lá em meados de 2024, virou um terremoto no mundo dos marketplaces. Faz alguns meses que a gente vê esse nome sendo cada vez mais citado quando o assunto é e-commerce. Em pouco tempo, o app correu pra alcançar mais acessos e downloads do que nomes já consolidados como Shopee e Magazine Luiza. Quer saber o que está por trás dessa explosão de popularidade, e o que ainda pode estar por vir? Histórico da Temu e ascensão global A Temu não é novata em expansão acelerada. A Temu nasceu em 2022 nos EUA, criada pela PDD Holdings, mesma dona da Pinduoduo. A proposta era ser um modelo factory-to-consumer: eliminar intermediários, oferecer preços absurdamente baixos e garantir uma logística eficiente da China para o mundo. A estratégia vingou demais. Em menos de dois anos, a Temu se colocou entre os maiores e-commerces do planeta, com quase 700 milhões de visitas mensais globais (e apenas um quarto vem dos EUA). Atualmente, a Temu opera em 79 países. Esse crescimento explosivo se deve à combinação de diversos fatores: E o boom da Temu no Brasil é realidade mesmo? Em menos de 12 meses, a Temu saiu do completo anonimato para a liderança em número de acessos no e-commerce brasileiro. Em abril de 2025, a Temu foi o segundo e-commerce mais acessado do Brasil, atrás apenas do Mercado Livre. Foram 276 milhões de visitas, ultrapassando até mesmo a Shopee e a Amazon. Além disso, ela liderou os acessos via web com cerca de 250 milhões de visitas. O grande impacto do app forçou o restante do varejo nacional a se reinventar. Promoções e descontos se intensificaram, a logística foi aprimorada por concorrentes e a atenção ao cliente virou prioridade. O resultado foi uma guerra de preços e benefícios. O consumidor brasileiro, num primeiro momento, foi o maior beneficiado. Quais foram os motores desse crescimento meteórico? O sucesso da Temu tem ingredientes claros: Mas o terreno ainda é firme… por enquanto Apesar da popularidade, a rentabilidade da Temu é alvo de desconfiança. A estratégia é impulsionada por subsídios generosos. Ou seja, não parece focalizada em lucros imediatos. No cenário internacional, as promoções do app já estão dando sinais de desaceleração. E a pergunta é: por quanto tempo o modelo vai resistir sem ajustes? Desafios específicos no Brasil Qual o calcanhar de Aquiles do app chinês em território brasileiro? Vale ficar de olho (mas com um olhar crítico) Ainda nesse ano, a Temu vai abrir sua plataforma para vendedores nacionais. A ideia é boa. Mais agilidade logística, menos barreiras fiscais e mix de produtos mais alinhado com o consumidor local. Mas cuida que tem pega nisso aí! Com frete subsidiado e o preço baixo sendo o carro-chefe do marketplace, as margens dos lojistas podem ficar mais apertadas. Além disso, devoluções e marca ainda iniciante são pedras no caminho. A ascensão da Temu representa uma revolução no e-commerce brasileiro. Ela tá crescendo rápido e se firmando no mercado. Mas isso também gera dúvidas sobre dependência de produtos importados, o impacto nos pequenos lojistas e controle sobre dados. A hora é de olhar pra frente, mas com o olhar crítico. Se a Temu conseguir unir sua agilidade global com a força local dos lojistas brasileiros, o resultado pode ser poderoso. Mas isso só vai funcionar com equilíbrio entre preço justo, governança e respeito às leis.
Vai enviar sua venda sem nota fiscal? Atenção à nova regra da DC-e

A partir de outubro de 2025, a DC-e será obrigatória para envios sem nota fiscal. Veja o que muda, quem precisa emitir e como se adaptar. Se você vende pela internet e envia pelos Correios ou transportadoras, tenho uma notícia pra você! A partir de outubro de 2025, a tradicional Declaração de Conteúdo em papel perderá sua validade. Na prática, qualquer envio que antes usava esse documento agora precisa, sem exceção, ter a nova versão digital, a DC-e (Declaração de Conteúdo Eletrônica). Essa exigência da receita federal busca maior controle sobre as transações comerciais. Essa mudança não é pequena. Ela impacta diretamente autônomos, MEIs, CNPJs sem inscrição estadual e vendedores que operam nos principais marketplaces do Brasil. A medida busca padronizar e tornar mais segura a circulação de mercadorias sem nota fiscal, especialmente em operações realizadas por pessoas jurídicas. O que é a DC-e e por que ela vai ser obrigatória? A DC-e é uma iniciativa das Secretarias da Fazenda estaduais para substituir a declaração de conteúdo em papel. Essa versão eletrônica permite que o governo acompanhe com mais precisão a circulação de mercadorias e documentos fiscais. Hoje, muitos vendedores utilizam a declaração de conteúdo impressa para justificar o envio de mercadorias, especialmente quando não são contribuintes do ICMS. Esse modelo, porém, tem falhas: você pode preencher manualmente, não tem validação em tempo real e é vulnerável a erros e fraudes. Com a DC-e, o documento passa a ser digital, validado online, assinado com certificado digital e registrado nos sistemas da Sefaz. A obrigatoriedade começa a valer a partir de outubro de 2025. Até lá, os vendedores devem se adaptar. A transição será muito relevante para quem está começando a vender ou para aqueles que ainda atuam na informalidade parcial. Como é o caso de muitos MEIs, por exemplo. Quem vai precisar emitir a DC-e? A DC-e será obrigatória para qualquer pessoa física ou jurídica que enviar produtos sem nota fiscal. Isso inclui: Se você já usa a declaração de conteúdo em papel, essa mudança é para você. E não é opcional: sem a DC-e, a sua mercadoria pode ser barrada na fiscalização, acarretando multas e até apreensão. Por que a declaração em papel vai deixar de valer? Porque ela não tem validade legal nem permite rastreabilidade fiscal. Hoje, você pode preencher a declaração de conteúdo em papel preenchida manualmente, o que abre brecha para erros e fraudes. Já a DC-e será: Sem essa documentação, é possível que a sua mercadoria seja barrada na fiscalização. O que é a DACE? Ao emitir a DC-e, o sistema gera automaticamente o DACE (Declaração Auxiliar de Conteúdo Eletrônica). Esse é o documento físico (ou digital) que acompanha a encomenda. Ele contém um QR Code que direciona para a versão completa da DC-e, armazenada nos sistemas das Secretarias da Fazenda. A ideia é simples: o fiscal escaneia o código e consulta a declaração em tempo real, garantindo que aquele envio está regularizado. O DACE deve conter as informações do remetente, destinatário, tipo de transporte e detalhes sobre o conteúdo da encomenda. Essas informações sobre o envio são cruciais para garantir a conformidade. Mesmo sendo um documento auxiliar, ele é fundamental para o transporte. Não ter o DACE afixado corretamente é considerado infração e pode causar transtornos. Tenho que imprimir? Sim! Após a emissão da DC-e, você vai gerar o DACE, que é uma versão impressa (ou digital, se o transporte permitir) contendo: Ele deve ser fixado na embalagem do produto, visível, para que o fiscal ou transportadora consiga escanear e validar o envio durante. Como será a emissão da DC-e? Existem quatro maneiras de gerar a DC-e, dependendo do volume de vendas e da estrutura do seu negócio: Em todos os casos, é importante conferir se a declaração foi validada antes do envio. E, claro, garantir que o DACE esteja visível na embalagem. E se eu não emitir a DC-e? Não emitir a DC-e pode trazer dores de cabeça sérias. Além do risco de apreensão da mercadoria, o vendedor pode ser multado, ter o envio suspenso e até sofrer penalidades nos marketplaces em que atua. Outro ponto importante: alguns marketplaces já estão preparando atualizações para exigir a DC-e como parte do processo de logística. Ou seja, sem ela, a plataforma pode não liberar a etiqueta de envio. Isso é especialmente relevante para você que usa programas de frete com desconto ou logística integrada. A DC-e substitui a nota fiscal eletrônica? Não. A DC-e não substitui a nota fiscal eletrônica (NF-e) ou a NFC-e (nota fiscal ao consumidor eletrônica). Ela é válida apenas para operações em que, legalmente, não há obrigatoriedade de emissão de NF. Se sua empresa é obrigada a emitir nota fiscal em determinado tipo de venda, você deve continuar emitindo. A DC-e é apenas para casos em que a nota não é obrigatória, mas o envio de produtos ainda precisa estar regularizado. Como se preparar para a nova obrigatoriedade Se você não quer ser pego de surpresa, o ideal é começar a se organizar agora. Primeiro, identifique se sua empresa ou operação se encaixa nos casos que exigem DC-e. Em seguida, escolha o modelo de emissão que melhor atende à sua realidade: via app, marketplace, sistema próprio ou transportadora. Se você for emitir diretamente, é recomendável adquirir um certificado digital (modelo A1 ou A3) e treinar sua equipe sobre o processo de emissão, geração do DACE e rotinas de conferência. Também é bom acompanhar os canais oficiais da Secretaria da Fazenda (Sefaz) do seu estado. Cada região pode ter regras específicas sobre integração, obrigatoriedades e formatos de envio. Acesse os manuais, entenda os requisitos técnicos e faça testes com antecedência. Como a VDV Group pode ajudar A VDV Group acompanha de perto as mudanças na legislação e no e-commerce brasileiro. Nossos especialistas estão prontos para ajudar seu negócio a se adequar à DC-e e outras exigências fiscais. Podemos te orientar sobre qual modelo de emissão mais vantajoso, auxiliar na integração com marketplaces ou ERPs, e ajudar a estruturar sua loja para